• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator

webpublicidade2.jpg
CURSO DE PSICANÁLISE CLÍNICA CRISTÃ
16-Fev-2013
  É possível que haja um diálogo e uma participação da psicanálise no cristianismo. Não como... Ler mais...
Entrevista Rabino Marcos Barreto TVI Sobre CONPAS, DIA DA COMUNIDADE EVANGÉLICA e MOTOCIATA
20-Set-2011
  Assista à entrevista do Rabino Marcos Barreto no Programa Opnião, TVI Pará de Minas dia 14/09/2011, como... Ler mais...
RABINO MARCOS BARRETO EM ISRAEL
10-Mar-2011
    O Rabino Marcos Barreto em Israel, foi uma viagem abençoada.Confiram as fotos! Ler mais...
O papel da Esposa e Mãe Judia
Na nossa cultura a mulher por diversas questões, muitas vezes é privada do convívio familiar, por ter de trabalhar fora, pois o seu salário complementa o orçamento familiar.

Ser mãe, esposa, e principalmente mulher virtuosa é uma arte. A mulher que trabalha fora, a despeito do cansaço e da falta de tempo, deve fazer com que esse pouco tempo tenha o máximo de qualidade possível, na sua casa, no seu Éden particular.

“Mulher virtosa, quem achará? O seu valor excede ao de finas jóias”.
Toda véspera de sábado, a família praticante do judaísmo recita o último capítulo dos Provérbios, como tributo à esposa e à mãe, ideais do Judaísmo.
As virtudes exaltadas naqueles vinte e dois versos resumem os dotes de uma perfeita esposa: um ser humano reverente, eficiente, compreensivo, de um otimismo alegre, de coração aberto para socorrer os necessitados que lhe batem à porta e, acima de tudo, a pessoa sobre quem toda a família pode apoiar-se.
Desde o bíblico livro Provérbios até as modernas baladas populares judaicas, a esposa e a mãe têm sido descritas como a encarnação da terna dedicação, do altruísmo e da fidelidade à própria crença. A mãe impõe o tom espiritual à vida familiar, é a principal responsável pelo desenvolvimento do caráter dos filhos e mantém a família unida em face da adversidade.

A tradição judaica impõe poucas obrigações rituais à mulher na vida da sinagoga, mas atribui-lhe responsabilidade total em relação à atmosfera de piedade do lar e à preservação dos ideais judaicos. Ela reúne os filhos em torno de si na véspera do sábado para ouvirem-na pronunciar a bênção das velas, prepara a casa para cada festa e para os Grandes Dias Santos e cria um ambiente de jubilosa expectativa.
Nas velhas comunidades judaicas, a educação das crianças até a idade de seis anos cabia às mulheres, a fim de que, naquele período impressionável, pudessem ensinar a seus pequerruchos os valores eternos. Mais importante, porém, era o tradicional papel de conselheiro da família inteira, desempenhado pela esposa e pela mãe. Diz o Talmud: “Não importa a pequena estatura de tua mulher, inclina-te e pede-lhe conselho”.
 
< Anterior   Seguinte >
USUÁRIOS ONLINE
Jornal Kadosh: Notícias do Reino